Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
quarta-feira, novembro 12, 2003
 
Lisboa-Montra

E a Almirante Reis?

O Terreiro do Paço, o Parque Mayer, o túnel do Marquês: é em torno destas três cabeças-de-cartaz que se tem desenrolado a discussão sobre a actual gestão autárquica. Com os resultados conhecidos: no Terreiro do Paço, afinal, talvez não se mexa – o que é capaz de ser o menor dos males; no Parque Mayer ainda não se mexeu – anda tudo entretido a discutir os honorários de Frank O. Gehry, em vez de pôr em causa o enorme disparate que é querer à viva força construir ali três novos teatros; quanto ao túnel, parece que finalmente é irreversível – mas o tempo dirá se não se vai saldar pelo maior insucesso do mandato da actual maioria municipal. Oxalá que me engane, a bem de Lisboa e dos seus munícipes.
Na sombra, se exceptuarmos uma muito mediática e profiláctica expulsão dos toxicodependentes do Largo do Intendente, continua a Almirante Reis. E, no entanto, nenhum outro eixo de requalificação urbana é tão evidente como a extensa artéria que arranca do Martim Moniz para ir desembocar na Alameda (o troço até ao Areeiro é já de si uma zona urbanamente qualificada). Os problemas que a Almirante Reis coloca não são apenas os da deslocalização de grande parte dos seus habitantes tradicionais, nem os da correspondente substituição por imigrantes e população de baixos recursos. Os movimentos sociais numa cidade não acontecem por acaso: a verdade é que se aceitou, sem reacção, o declínio da Almirante Reis, que há cinquenta anos era uma via comercial e habitacional qualificada, mas que, entretanto, se foi deteriorando e desertificando até ao desleixo.
A Almirante Reis, além disso, é que estrutura as zonas envolventes, de um lado o aglomerado habitacional que vem do Campo Santana, em declive, até aos Anjos, do outro o casco urbano envelhecido que sobe até às alturas da Graça e de Sapadores. Sem falar no antigo Bairro das Colónias, que era moderno há meio século e é hoje, infelizmente, uma sombra do que foi.
Nenhuma forma verdadeiramente nova de pensar a cidade pode deixar de considerar a complementaridade da Almirante Reis em relação a projectos de modernização e repovoamento da Baixa. É como se, através dela, se injectasse sangue novo numa circulação que deve ligar a Baixa à zona da Praça de Londres e do Areeiro, usualmente consideradas como das mais qualificadas da cidade. E é por isso que convém lembrá-la constantemente – como quem diz que há mais cidade para lá do túnel do Marquês, do Parque Mayer, do Terreiro do Paço. É aí que vive a trabalha grande parte do que é hoje a nossa cidade.
António Mega Ferreira
11/12/2003 12:44:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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