Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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quinta-feira, dezembro 11, 2003
 
Cacilheiro

Humanizar o Transporte Público na Região de Lisboa

Todos temos consciência de que, diariamente, na Cidade e na Região de Lisboa, o Transporte Público está longe de assegurar os níveis de utilização que seria desejável atingir, com as consequências daí decorrentes para a qualidade de vida dos cidadãos.
Todos verificamos diariamente as situações de congestionamento nas várias vias rodoviárias de acesso à Cidade de Lisboa e, estranhamente, também verificamos que os meios pesados de transporte não estão esgotados e poderiam assegurar sem dificuldade muitas mais viagens por dia.
Todos podemos constatar, por outro lado, uma nova qualidade oferecida pelos vários subsistemas de transporte, tanto rodoviários, como ferroviários, quer ao nível dos respectivos veículos (autocarros, eléctricos e comboios), quer ao nível dos espaços de tomada e largada de passageiros – paragens e estações. Isto, não obstante as reconhecidas limitações da oferta produzida.
Face a esta realidade, poder-se-á perguntar:
Tendo nós um sistema regional de transportes com uma oferta de qualidade, tanto ao nível das infra-estruturas, como dos equipamentos de transporte, porque razão o sistema tem uma utilização abaixo das suas capacidades e o automóvel continua a ser rei? Afinal o que falta fazer?
Algumas respostas poder-se-ão avançar sem correr grandes riscos de erro.
Em primeiro lugar será de relevar o facto de a Rede de transportes existente apresentar algumas fragilidades que limitam a sua eficácia, nomeadamente: a falta de oferta por parte do ML na zona Ocidental da Cidade de Lisboa (toda a zona a Poente do eixo Rato – Baixa - Cais do Sodré) e uma menos conseguida densificação da Rede respectiva; a inexistência de sistemas ligeiros transversais, quer a Poente, quer a Nascente, através dos quais seria possível colectar e encaminhar os passageiros para sistemas de nível superior e desincentivar o uso do transporte individual; algum deficit na oferta do transporte fluvial, cujas potencialidades são conhecidas e reconhecidas pela procura; alguma desarticulação entre responsáveis pelo investimento na Rede global de transportes. Face a esta situação torna-se necessário actuar para corrigir estas falhas, não só ao nível das empresas por si só, como a um nível de coordenação e integração correspondente à Autoridade de Transportes.
Em segundo lugar será de relevar a necessidade de alcançar a indispensável adequação tarifária, tendo em atenção as necessidades dos passageiros, bem como a integração total dos sistemas de bilhética existentes e, porque não, a humanização dos espaços públicos ligados ao transporte, quebrando barreiras e facilitando o seu uso, anulando os sistemas de controlo de entradas existentes e substituindo-os a médio prazo por sistemas sem contacto que não introduzam obstáculos à livre circulação dos utilizadores.
Em terceiro lugar, e não menos importante, torna-se imperioso e urgente promover o transporte público e actuar de forma decidida na destruição dos preconceitos e conceitos culturais prevalecentes e que são responsáveis pelo apego sem limites ao uso do automóvel individual e à recusa do transporte colectivo, sem que o uso daquele tenha qualquer sentido económico ou até seja mais eficaz para os próprios utilizadores.
No sentido da correcção destas distorções, insuficiências e ineficiências vinha trabalhando o Partido Socialista nos seus governos entre 1996 e 2002, actuando ao nível do hardware e do software do sistema e criando novas condições para a intermodalidade e para a afirmação de uma Rede de Transportes mais humanizada na Área de Lisboa.
Importante se torna a continuidade desta estratégia, completando e melhorando o que vinha sendo feito, sob pena de o Transporte Público se manter em níveis de prestação ineficientes e penalizadores da sociedade em geral e o predomínio do automóvel se manter por muito mais tempo.
Francisco Cardoso dos Reis
12/11/2003 12:40:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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