Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
segunda-feira, dezembro 22, 2003
 
Areeiro (Imagem do Blog Lisboa a Arder)
Natural, adequado e...bonito?

Segundo leio no “Público”, Santana Lopes desistiu do concurso público que prometera realizar para a futura estátua de Sá Carneiro na praça do Areeiro, optando por um convite directo ao autor do actual “monumento” que ali foi implantado em 1991. Segundo o autarca, trata-se da “opção mais natural, adequada e bonita”.
Natural, adequada – e ainda por cima bonita?... É evidente que a pessoalíssima opção de Santana nada tem a ver com quaisquer critérios de ordem estética (terreno em que, como é sabido, o presidente da Câmara se move como um elefante em loja de porcelanas). Mas sejamos caridosos. Santana quer-se um homem de coração grande, sentimental incorrigível e adepto fervoroso do nacional porreirismo. Ora, por mais que apreciemos essas qualidades humanas, seria desastroso confundi-las com as exigências mais elementares do mandato de quem comanda a capital do país.
O escultor Soares Branco, autor do actual e inenarrável mamarracho do Areeiro, ficara ofendido com o anúncio de que a sua obra iria ser arredada da praça. Pois Santana comoveu-se, enterneceu-se, quis ser bom rapaz e rendeu-se ao nobre sentimento de lhe fazer uma segunda encomenda. Promete-nos assim um pesadelo de quatro metros de altura, retratando Sá Carneiro naquele estilo “naturalista” mastodôntico que ficou consagrado nos países totalitários e terceiro-mundistas. Uma espécie de estátua de Saddam antes do derrube pelos invasores americanos.
Não custa reconhecer que Soares Branco será uma pessoa digna do maior apreço pelas suas qualidades humanas. Acontece apenas que, como se comprova pelo mamarracho do Areeiro, as suas qualidades enquanto escultor não o recomendam minimamente para assinar uma obra de envergadura num espaço nobre da cidade. Mas isso é algo que, decididamente, Santana Lopes não entende. Ou seja: não entende esta coisa absolutamente rudimentar – o autor de um horroroso monumento não pode ser a “opção natural, adequada e bonita” para o monumento que irá ser implantado no seu lugar. A não ser que a lógica seja uma batata. Mas, pelos vistos, para Santana Lopes, é isso mesmo.
Estavam redondamente enganados os que chegaram a supor que o presidente da Câmara tirara as devidas ilações da total inadequação do “estilo Soares Branco” a uma imagem qualificada de Lisboa. Não passou sequer pela cabeça de Santana recuperar o resultado do concurso público efectuado no tempo de Nuno Abecasis, que o então presidente preteriu a favor da sua aposta pessoal em Soares Branco. Santana quer apenas o “seu” Soares Branco por troca com o de Abecasis. Ora, “kitsch” por “kitsch”, então deixe-se ficar o “monumento” existente, que já nos habituámos ao seu horror quotidiano e sempre se poupa algum dinheiro.
O ecletismo delirante das “opções estéticas” de Santana cobre a distância infinita que separa um Frank Gehry de um Soares Branco. O que interessa é que os escultores ou os arquitectos sejam escolhidos por ele e não pelos seus antecessores – mesmo quando sucede encomendar uma obra nova ao autor de uma obra velha que quer retirar de cena. A infantil e patológica obsessão de protagonismo e auto-promoção do presidente da Câmara descarrilou num crescendo frenético de incongruências. Ele não sabe o que quer ou quer o que não sabe. Avança às cegas para o Parque Mayer ou para o túnel do Marquês, estimula a pressão do tráfego no interior da cidade ao mesmo tempo que se propõe dissuadi-lo, alimenta-se da ilusão da propaganda que faz a si mesmo enquanto espera que ela o transporte num tapete mágico até Belém. Será tudo isto natural, adequado e...bonito?
Vicente Jorge Silva
12/22/2003 01:43:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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