Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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terça-feira, janeiro 13, 2004
 
Lisboa-Rio

[010/2004]
Lisboa - Capital Europeia

A ideia de património vivo obriga a que a cidade seja devolvida às pessoas. É preciso repeti-lo. Precisamos de uma cidade que seja acolhedora e hospitaleira… Mudar a cidade tem de começar por pôr as pessoas a dizer aquilo de que gostam e de que não gostam – e a fazer os cidadãos participar na tarefa de tornar a cidade mais habitável. Mas, para amar a cidade, é preciso conhecê-la e vivê-la – já o disse neste mesmo lugar. Temo que hoje estejamos a assistir a uma história de populismo e de mera gestão do curto prazo na cidade que tanto amamos. Basta vermos as campanhas de propaganda. Em vez de se criar um bom espírito de motivação e de mobilização para que todos os lisboetas sintam a cidade como sua, assistimos constantemente ao farisaísmo que nos diz falsamente que hoje tudo corre bem onde ontem tudo era negativo. É verdade que ninguém acredita, mas o certo é que esta mentalidade instala-se e apenas serve para manter a cidade fora das suas verdadeiras prioridades. E quais são elas? As de lançar eixos estratégicos para uma capital nacional e metropolitana. Como tornar vivo o centro da cidade? Como alargar a noção de centro? Como criar condições para que a cidade seja amiga do ambiente e do desenvolvimento sustentável? Como devolver a cidade aos pedestres como eu? Não basta impor o pagamento de taxas para a circulação automóvel na baixa da cidade é fundamental tornar claro quais são os pólos de desenvolvimento e as grandes linhas de circulação. Como garantir que Lisboa seja permanentemente uma capital da cultura europeia? Lisboa é cada vez mais um porto de acolhimento de grandes cruzeiros e deverá ser cada vez mais no futuro lugar de realização de grandes certames e congressos internacionais. Não pode continuar a haver a actual passividade no campo da cultura. Não é aceitável que os museus principais continuem a fechar à hora de almoço e que não haja um esforço sério para colocar, por exemplo, o Museu Nacional de Arte Antiga no roteiro dos museus mais visitados. É preciso haver imaginação. Por que não criar “navettes” rápidas que conduzam os visitantes aos museus de mais difícil acesso, a partir de locais de parqueamento ou dos principais hotéis? Numa capital da cultura europeia é inaceitável que os nossos mais ricos e interessantes museus tenham níveis medíocres de visitas. Os amigos da cidade de Lisboa deverão encetar uma autêntica campanha cívica para que a nossa capital se torne mais europeia. Agora acaba de ser escolhida para sede da Agência Europeia ligada à Segurança nos Mares. É fundamental compreendermos as responsabilidades acrescidas a partir dessa decisão. O “Empório Cosmopolita” da Casa da Índia ou do diálogo entre Damião de Góis e Erasmo de Roterdão não é já só uma mera recordação histórica. A cidade do grande Aqueduto e da Passarola do Padre Gusmão terá de ser motivo de míticas peregrinações. A “Cidade das Luzes”, anunciada por Voltaire, deve reviver hoje, como capital do Atlântico e cabeça da Europa. A cidade de Fernando Pessoa, de Mário de Sá Carneiro, de Almada Negreiros, de Orpheu tem de ser lembrada. A capital de Sophia, de Alexandre O’Neill, de José Rodrigues Miguéis, de David Mourão-Ferreira ou de José Cardoso Pires e do seu “Diário de Bordo” – de Bernardo Marques e de Carlos Botelho merece o melhor. Não é de mais repetir que a ideia de património vivo obriga a que a cidade seja devolvida às pessoas. Precisamos menos de propaganda populista e muito mais de uma cidade que seja acolhedora e hospitaleira… Precisamos de Lisboa capital da cultura europeia. Sempre, com trabalho continuado e sentido de futuro. Entretanto, como diria O’Neill: “Subamos e desçamos a Avenida, / enquanto esperamos por uma outra/ (ou pela outra) vida”.
Guilherme d’Oliveira Martins
1/13/2004 01:25:00 da manhã . - . Página inicial . - .



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