Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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sexta-feira, janeiro 16, 2004
 
Marquês de Pombal

[013/2004]
Por causa da cultura

Com justificável estardalhaço (sempre é o quase-candidato à Presidência da República), foi lançado em Lisboa um livro do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. De que fala o livro? Do seu balanço de dois anos de mandato como Presidente? Dos seus projectos para os dois anos que lhe falta cumprir? Das suas dúvidas, angústias e esperanças? Dos anseios, expectativas e desilusões dos seus concidadãos, os lisboetas, em primeiro lugar, os do resto do país, também?
Nada disso. O livro, intitulado Causas de Cultura, é um manifesto em que Santana Lopes pretende demonstrar o muito que fez pela cultura portuguesa, desde a sua saudosa passagem pela Secretaria de Estado, entre 1990 e 1995. Descontar-se-á que a melhor parte dos louros do grande equipamento que é o Centro Cultural de Belém não é sua, mas da sua antecessora na Secretaria de Estado, Teresa Gouveia, hoje ministra dos Negócios Estrangeiros (basta confrontar as datas): Pedro inaugurou o que fora projectado e posto em construção por Teresa.
O que mais importa é que o livro não é sobre um pensamento de cultura, mas sobre as obras para a cultura. É um livro (quase) todo dedicado ao hardware, não ao software. Para o seu autor, a avaliar pelo que lá vem escrito, cultura é a arte de dispor de fundos públicos para fazer erigir equipamentos. O sentido em que desde há séculos, no Ocidente, se vem entendendo a palavra, é outro: cultura é uma visão do mundo (numa sociedade democrática são diversas visões do mundo), gerada pela sociedade, à qual – ou às quais – a sociedade oferece oportunidades para se manifestar. Às vezes, esta criação de oportunidades também passa pela construção de equipamentos. Mas estes são apenas meios para chegar a outros fins.
O que o livro de Santana Lopes não explica – mas deixa perceber - são as razões pelas quais o seu autor, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, não foi até agora capaz de apresentar à cidade uma política cultural, isto é, um conjunto de ideias concretizáveis e a concretizar que dêem corpo a esse fomento da pluralidade de expressões, que é sinónimo de dinamismo e riqueza da vida cultural. Querer construir três novos teatros no Parque Mayer é não questionar a pertinência de construir mais equipamentos culturais numa zona que dispõe deles em abundância (basta olhar para o mapa dos equipamentos distribuídos pela cidade), nem pensar sobre que tipo de conteúdos podem ir ao encontro das novas aspirações culturais.
A sua visão, centrada no (auto)elogio patrimonial, não elabora sobre a pluralidade e o multiculturalismo, sobre a diversidade e a inovação, sobre os públicos urbanos e as suas expectativas – isto é, sobre as práticas culturais e o seu futuro. Permita-se uma analogia: sabemos que Santana Lopes estudou violoncelo durante sete anos (reafirmou-o publicamente esta semana); mas, será que ainda sabe tocar?
Não é legítimo, no entanto, duvidar da sinceridade do seu autor: Santana Lopes acha que as causas de que fala são "causas de cultura". Fica por perceber se a publicação deste livro, nesta altura, é por causa da cultura – ou por outra causa qualquer.
António Mega Ferreira
1/16/2004 01:20:00 da tarde . - . Página inicial . - .



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