Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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sexta-feira, janeiro 30, 2004
 
Lisboa- Metropolitano

[027/2004]
Transportes em Lisboa - A montanha pariu um rato?!

Um sistema de transportes eficiente e de qualidade é um dos pilares fundamentais do desenvolvimento de um qualquer centro urbano e, por maioria de razão, de uma cidade complexa e que se pretende cosmopolita como Lisboa, a nossa Capital. É determinante que exista para Lisboa uma política de transportes que tenha como objectivos globais a cobertura do seu território, que garanta o acesso das populações às actividades e que afirme a integridade territorial; a eficiência económica, com fiabilidade e segurança e sem perdas de tempo; a equidade dos cidadãos e das empresas no acesso aos sistemas de transportes, sem exclusões e com níveis de serviço compatíveis; e a sustentabilidade, com contenção drástica da agressão ambiental.
É necessário que Lisboa tenha um sistema de transportes colectivos bem hierarquizado, com uma boa coordenação entre modos de transportes, com horários compatíveis com o trabalho e a diversão das populações, que diminua o excessivo recurso aos automóveis.
Será que é difícil perceber que a cidade não pode continuar a funcionar com base exclusivamente no transporte individual?
Como infelizmente podemos constatar todos os dias, continuamos a ter congestionamentos progressivamente acentuados dentro e fora das horas de ponta com o consequente agravamento dos tempos dispendidos.
E quais as respostas da Câmara do Dr. Santana Lopes? O túnel do Marquês e mais estacionamento no centro da cidade!
Não existem apostas concretas no sistema de transportes colectivos que permitam à população uma opção clara não masoquista por estes modos de transporte, diminuindo o número de carros e melhorando a mobilidade em geral e a qualidade ambiental.
Existe, isso sim, uma clara opção política de trazer mais carros para Lisboa, fazendo-o de uma forma desastrosa. Qual o efeito do túnel na eficiência e sustentabilidade do sistema? Quantos carros tira da cidade? Em quanto diminui o tempo de deslocação? Em quanto diminui a poluição atmosférica?
E o estacionamento, qual é a política global de transportes que levou à escolha da localização dos parques? A construção aleatória (?) de parques de estacionamento dentro da cidade por lado não colmatam deficiências de estacionamento e, por outro lado, atraem mais veículos para zonas já congestionadas.
Porque é que a Câmara não investe em parques fora do centro, em interfaces periféricos de transporte, criando condições para que a população deixe os carros na periferia da cidade? Porque não são implementadas medidas de restrição do uso do automóvel como se fez em Londres? Porque são impopulares?
É necessário ultrapassar o conflito interesse individual/interesse público, decidindo claramente a favor da colectividade. A grande maioria de nós gostaria de levar o seu próprio carro desde a porta de casa até ao destino final, mas, se cada um dos cerca de 1,3 milhões de cidadãos da AML que se deslocam diariamente concretizasse esse desejo intimo, a Área Metropolitana e principalmente Lisboa pura e simplesmente ficariam imobilizadas.
Continuamos sem perceber qual o resultado da vontade expressa pelo Dr. Santana Lopes de ter uma maior intervenção no planeamento dos serviços da Carris e do Metropolitano de Lisboa. Na realidade tem-se verificado uma degradação dos serviços da Carris e, quanto ao metropolitano vão-se ouvindo referências nem sempre coerentes relativas a futuras extensões. Quanto a políticas que visem melhorar a articulação entre modos de transporte colectivo, colmatando defiências na hierarquia e estrutura de interfaces deficitárias, nem se ouve falar!
Será que quando se trata de promessas o Dr. Santana Lopes promete o que pode e o que não pode, o que é da sua competência e o que é da competência do Governo? Será que só quando lhe vêm pedir contas é que o Sr. Presidente do Município se lembra dos limites das suas competências?
Porque não assume de uma vez por todas que quer “encharcar” Lisboa com carros? Porque não assume que lhe é perfeitamente indiferente a qualidade de vida dos residentes em Lisboa?
Ana Paula Vitorino
1/30/2004 01:03:00 da manhã . - . Página inicial . - .



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