Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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quinta-feira, fevereiro 12, 2004
 
Estação Oriente

A Lisboa dos forasteiros

Na quinzena dos feriados que apanham o Natal e a Passagem do Ano, encontrei uma família de turistas catalães à entrada do Metro, que tinham acabado de sair do Posto de Turismo dos Restauradores.
Já dentro da carruagem, ficaram visivelmente atrapalhados quando descobriram que não existia nenhuma estação de Metro "Sete Rios" como dava a entender o mapa oferecido pelo Turismo. Estavam a decidir sair em Alto dos Moinhos, para depois irem a pé para o hotel na Avenida José Malhoa, uma vez que partiram do princípio que a estação de Metro de Sete Rios não existia.
Expliquei-lhes que a estação de Metro "Sete Rios" se chamava "Jardim Zoológico" e tinha ligação à estação de comboios, essa sim designada por "Sete Rios". Presumo que tenham chegado ao seu destino.
Este episódio ilustra o dia-a-dia de inúmeros forasteiros da Cidade. Não me estou a referir aos residentes fora de Lisboa mas que a ela se deslocam diariamente para trabalhar ou estudar. A Lisboa dos forasteiros, é a Lisboa dos turistas e dos viajantes em negócios, sejam ou não nacionais. Lisboa é uma metrópole onde chegam e donde partem diariamente milhares de estrangeiros, em Turismo ou Negócios, assim como visitantes de todo o país, pelas mais variadas razões - seja para compras, para visita a familiares (na Área Metropolitana vivem 1/4 dos portugueses), por passeio, em trabalho, para resolver questões associadas à Administração Central, de visita a um congresso, um evento desportivo, um concerto ou uma feira.
Neste mesmo grupo incluo os recém-chegados à Capital - todos aqueles que, tal como eu, saíram de outras regiões do país e estrangeiro e vieram viver para Lisboa, onde estão há relativamente pouco tempo.
Este texto pretende dar três sugestões que facilitariam a circulação dos forasteiros por Lisboa:
1. Sinalização para o Automobilista
Para o automobilista forasteiro, quer tenha um mês ou 30 anos de carta, tem que deparar com a inacreditável sinalização da Cidade. A esmagadora maioria aterra na 2ª circular (vindo da A1 ou do Aeroporto, por exemplo) e não tem sinalizações que lhe indiquem como ir para o Marquês/Rossio/Praça do Comércio, ou a um posto de turismo. Consegue descobrir como se vai para um Centro Comercial/Hipermercado, ou para algo como Eixo Norte-Sul (como perceber em que sentido???).
Se o forasteiro tiver a sorte de querer ir para um destino que esteja sinalizado nesta via rápida, como Alvalade, poderia ficar, aparentemente, mais descansado. Mas este alívio é curto: imediatamente a seguir a esse desvio, há uma bifurcação sem qualquer sinalização. Sempre há 50% de hipóteses acertar no seu destino.
Caso acerte, a próxima bifurcação também não tem sinalização. Caso não acerte, só tem que se preocupar em tentar voltar para trás o mais rapidamente possível antes de chegar a Odivelas (se souber que Alvalade e Odivelas não são a mesma coisa).
E nessa altura, seguir a opção correcta para ir desembocar... em mais uma bifurcação sem sinalização.
Tudo isto é particularmente incómodo se o forasteiro tiver a infelicidade de se ter aventurado por Lisboa em hora de ponta.
Tal como em muitas outras cidades portuguesas, a sinalização é completamente insuficiente e, em muitos casos, mesmo errónea. Em Lisboa esta situação é mais grave, tendo em conta o número de forasteiros que se perdem pelas ruas de Lisboa.
Não proponho que em qualquer cruzamento existam placas com sinalização muito significativa, até porque a sua multiplicação pode transformar-se num obstáculo para a circulação dos peões e num agente agressor da paisagem urbana.
Mas é imperioso iniciar uma profunda revisão da sinalética da Cidade, muito especialmente nos acessos às vias rápidas mais importantes e nos pontos-chave da distribuição do tráfego.
Uma melhor sinalização é um investimento com retorno garantido - diminuir o número de veículos perdidos a circular por Lisboa representa menos vias congestionadas, menos combustível gasto, menor poluição e menos horas de trabalho perdidas.
2. Mapas
Mesmo quando não são claros (a família de catalães que encontrei tinha alguma razão), não é difícil encontrar mapas da Cidade de Lisboa, gratuitos ou não, um pouco por todo o lado.
Já quando se pretendem mapas da Área Metropolitana ou mapas que incluam a rede de transportes no seu conjunto (Metro, CP, Carris, Transtejo, Fertagus e outras), isso já é tarefa praticamente impossível, pagando ou não.
Já seria um bom início criar pequenos mapas de bolso com o essencial da rede de transportes, de distribuição generalizada.
Aliás, neste caso, nada como o benchmarketing - basta copiar o que se faz bem em outras metrópoles pelo mundo fora.
3. Línguas
Em Lisboa, praticamente não há outra língua além do português. Para o automobilista, apenas a sinalização em alguns acessos ao Aeroporto está noutra língua. Não se perdia nada em traduzir mais alguns destinos principais para Inglês/Castelhano.
Nos transportes públicos, não há praticamente nada. Proponho que se acrescente às sinaléticas existentes pelo menos no Metro e nas principais estações de Comboio, indicações nas mesmas línguas.
Da mesma forma, em zonas particularmente turísticas como Belém ou a Baixa Pombalina, coisas simples como a sinalização de casas de banho públicas, parques de estacionamento e alguns monumentos e miradouros principais seriam uma ajuda preciosa.
Nos nossos melhores museus, além dos panfletos e painéis explicativos em português, parece-me elementar que existam traduções pelo menos para Inglês.
Estas propostas são apenas algumas que me ocorrem de momento. No entanto, qualquer uma delas é um investimento seguro na melhoria da qualidade de vida dos lisboetas e seus visitantes e, com isso, da própria imagem da Cidade e do País.
Manuel Alçada
Blog Cruzes Canhoto
2/12/2004 03:58:00 da manhã . - . Página inicial . - .



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