Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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quinta-feira, julho 15, 2004
 
Areeiro

[153/2004]
A Lisboa que fica

Eleito em Dezembro de 2001, Pedro Santana Lopes tinha prometido rejuvenescer e repovoar Lisboa. Paulo Portas, tinha prometido ficar. E ficar para mais segurança e pelo cheque saúde. O segundo ficou pouco mais de três meses... o primeiro (agora em todos os sentidos da palavra!) passou o tempo a pensar em deixar Lisboa. Concretiza agora o seu sonho! Importa avaliar a Lisboa que fica...
Santana Lopes prometeu rejuvenescer Lisboa e repovoá-la. A essas bandeiras juntou inúmeras promessas diárias, a justificar o epíteto de "hiperdecisório" recentemente atribuído, e múltiplos cartazes que transformaram a paisagem urbana da capital. Mas mudanças na vida dos lisboetas, ficam poucas.
Transformou o Bairro Alto, a Bica, Santa Catarina e Alfama, ao condicionar o trânsito nestes bairros históricos. Em Monsanto, entre muitos avanços e recuos, conseguiu criar alguma animação. Na acção social, realojou a comunidade cigana que fora mandada pela Parque Expo para as proximidades do aterro do Vale do Forno. Nos serviços ao munícipe, introduziu o Lx Alerta e também o Lisboa Porta a Porta - cuja eficácia a médio prazo está ainda por avaliar. Na segurança, adquiriu um novo sistema integrado de comunicações.
Quando se procuram sinais de uma "Lisboa feliz", não há muitos mais.
Deixou muitas matérias num impasse: É o túnel do Marquês, são os imbróglios do Parque Mayer, do casino, do arquitecto Frank Ghery, da Feira Popular e os seus apetecíveis terrenos...
E que dizer de Monsanto? Inicialmente, era para lá que poderia ir o Open do Estoril, mais o hipódromo do Campo Grande e a Feira Popular, ideias que depois acabou por abandonar, aligeirando e atenuando as ocupações possíveis.
Na reabilitação urbana, apesar de muitos cartazes e painéis a envolver fachadas, por trás delas passam-se meses sem que as obras arranquem. Ou, quando se destapam, como já sucedeu nalgumas da Rua de S. Bento, mostram fachadas de cara lavada, mas com as traseiras num lixo. Na juventude, nada se fez...
Na habitação, criou a ideia de que haverá mais lugar para os jovens nos empreendimentos a construir mas ainda não mostrou por que preços. Na segurança, aumentou o crime e diminuíram os policias municipais. Os ministérios ainda continuam no Terreiro do Paço. E a praça, invadida por tendas brancas e barracas vermelhas da coca-cola. A revisão do Plano Director Municipal (PDM) está atrasada nos prazos que a maioria se auto-impôs.
No Parque das Nações, mal tomou posse, desfez o acordo para que uma entidade tripartida (reunindo a Parque Expo, Câmara de Lisboa e Câmara de Loures) tomasse conta da gestão urbana e anunciou que seria a própria autarquia lisboeta a assumir essas tarefas. Até hoje a gestão urbana continua por assumir pela autarquia, o que está a ter reflexos na zona.
No trânsito, houve muitos anúncios e intenções. A maioria ficou pelo caminho ou ainda não se tornou palpável. Acabar com os cruzamentos rodoviários, criar mais faixas bus, taxar o acesso ao centro da cidade "no segundo semestre de 2004", acabar com as vias laterais na Avenida da Liberdade, rebaixar a linha de comboios de Cascais e levar o Metro a Alcântara e a Algés, melhorar o estacionamento, criando 11 silos automóveis, foram alguns dos anúncios em catadupa. Para já, o que se sabe é que está prestes a abrir o da Calçada do Combro, um processo iniciado ainda no mandato de João Soares.
Se no início do mandato, Santana Lopes dava a ideia de que o bom entendimento com o Governo era meio caminho andado para acertar agulhas e resolver problemas da cidade ("Ainda ontem falei com o ministro sobre essa questão..", era uma expressão recorrente), ao segundo ano de mandato as críticas à administração central começaram a surgir.
A taxa de execução do plano de actividades de 2003 foi a mais baixa de sempre. E pior do que tudo isso é talvez o facto de, na vida quotidiana, não se sentir nenhuma diferença para melhor, como preconizava.
Feitas as contas, não fica grande coisa para recordar - a não ser, o show off, os cartazes, os discursos arrebatados e um trato cordato com a oposição. A par de uma melhoria substancial das condições de trabalho na AML.
Como escrevia ontem o Jornal Público, Santana apostou em resolver Lisboa como um "puzzle", mas não conseguiu encaixar as peças de forma a que dali saia um desenho coerente de cidade.
Rui Paulo Figueiredo
7/15/2004 01:45:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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