Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
segunda-feira, julho 26, 2004
 
Campo Jogos

[161/2004]
Lisboa - uma política desportiva moderna

O desenvolvimento desportivo da cidade é um aspecto nuclear de qualquer proposta política para a governação de Lisboa.
Se no país estudos recentes apontam para uma percentagem de praticantes na ordem dos 13%, em Lisboa, a situação não é diferente e, bem pelo contrário, tem vindo a agravar-se, em particular, se tivermos em linha de conta que a coligação de direita que governa (por enquanto!) Lisboa esvaziou por completo os Jogos Desportivos de Lisboa deixando muitos jovens sem qualquer alternativa de prática desportiva.
Quaisquer propostas políticas, hoje, têm contudo que fixar novos objectivos, novas metas de acordo com os problemas com que os lisboetas efectivamente se confrontam.
O desenvolvimento desportivo, hoje, tem de colocar no centro das suas preocupações as pessoas, os cidadãos.
A prática desportiva e o aumento de praticantes que urge, precisa por isso de se orientar para:
1. - Uma perspectiva de oferta de oportunidades da prática regular de actividades que proporcionem ao cidadão uma vida activa e saudável, uma compensação para a tensão laboral e quotidiana e que esta prática possa ser realizada em condições ambientais adequadas;
2. - Uma oferta de condições para uma prática desportiva regular e competitiva que possibilitem a elevação dos níveis da sua prática.
Como se deduz do que fica dito na orientação expressa acima em 1 . , os alvos e logo, o centro, desta perspectiva são os cidadãos, todos os lisboetas, das crianças e jovens aos idosos, os cidadãos com dificuldades especiais e os cidadãos com dificuldades de inserção social.
Tal não será possível sem que as ofertas de prática estejam localmente próximas das populações, na sua área de residência, sem que disponham de estruturas, de equipamentos desportivos e de actividades diversificadas, mas adequadas às diferenças etárias, de interesses ou outras que os cidadãos (todos os lisboetas, neste caso) apresentam.
Isto significa, por igual, uma reorientação necessária nos projectos e na política de infra-estruturas desportivas.
No que respeita às implicações da orientação expressa acima no ponto 2., importa clarificar, em 1º lugar, que tal não é possível sem a mobilização e a participação do movimento associativo lisboeta e, logo, sem uma organização que proporcione uma prática regular, descentralizada e sustentada.
Regular porque distribuída ao longo do ano, das semanas, descentralizada por áreas territoriais de Lisboa e por infra-estruturas e sustentada por uma planificação e apoios técnicos necessários aos seu desenvolvimento.
Mas importa aqui, também, clarificar que se deseja o aumento do número de praticantes e não que o mesmo praticante realiza um excesso de modalidades desportivas.
Importa clarificar que não se deseja a concorrência entre o movimento desportivo federado, o movimento desportivo escolar e o movimento desportivo lisboeta de modo a evitar que aqueles disputem o mesmo atleta/cidadão ou que o mesmo atleta figure, em simultâneo, nas estatísticas de todos eles.
O que importa é aumentar, de facto, o número de praticantes.
Daqui se infere que o desenvolvimento desportivo de Lisboa exige o estabelecimento de parcerias e cooperação entre estes diferentes níveis do movimento desportivo (federado, escolar e lisboeta) conduzidas pela governação da cidade.
E tudo isto significa, desde já, novas e modernas propostas para o modelo desportivo de quaisquer Jogos de Lisboa.
As modernas questões do desenvolvimento e da política desportiva para a cidade não se esgotam nas ideias que aqui expomos, mas parecem-nos necessárias de ser colocadas à apreciação dos leitores do blog e dos participantes do Fórum Cidade.
Carlos Correia
7/26/2004 01:57:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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