Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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terça-feira, julho 27, 2004
 
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[163/2004]
Cultura, que cultura?

Fiquei chocado com o facto de o nosso primeiro ministro e os nossos média darem tanta atenção às questões económicas e ninguém se ter referido em relação às novas políticas culturais e educacionais. Ninguém falou na tão famosa questão da "continuidade" ou não nas políticas culturais, não sabendo eu se foi pelo facto de nem sequer terem pensado nisso, que isto da cultura está visto é uma coisa secundária, de não haver uma política cultural clara por parte deste governo, ou simplesmente de não haverem ideias. É triste, e é tanto mais triste porque a médio prazo pagaremos a factura.
A actividade cultural de um país não só reflecte a memória e as ambições desse país como o tornam respeitado e competitivo. Por mais acções de formação profissional que se façam, elas pouco poderão fazer pelo desempenho profissional dos portugueses se esbarrarem num défice cultural que o Estado e os próprios cidadãos têm a obrigação de reduzir permanentemente. Por outro lado as preocupações do Estado no campo da Cultura e da Educação têm reflexos práticos no exercício pleno da cidadania e na forma como os cidadãos respondem aos desafios que no momento se colocam na participação política e na competitividade empresarial. É por isso que eu gostava de ver mais do que as boas intenções que o programa do novo governo tem nesta área. Gostava que fosse definida uma estratégia cultural para o país, articulada com outros sectores da economia ou da sociedade, integrando a actividade cultural na dinâmica das zonas metropolitanas, articulando iniciativas culturais com a alma das gentes e dos locais, garantindo meios para que os nossos bens culturais não sejam "descobertos" e logo a seguir enterrados por falta de meios. Gostava que os nossos museus não encerrassem as suas portas aos turistas e aos portugueses a dias e horas que a "racionalidade" logística e a falta de meios impõe. Se não for pedir muito, gostava também que os investigadores fossem mais apoiados, que se estudem os públicos, os espaços e as necessidades, que se despertem potencialidades através de uma informação direccionada. Gostava também que não se optasse pela publicidade enganosa, que não se transferissem Secretarias de Estado apenas por transferir. Já sabemos que a Secretaria de Estado dos Bens Culturais vai para Évora, mas porquê para Évora e não para Coimbra ou Bragança? Já alguém definiu o que cabe nessa Secretaria, quais são os "seus bens culturais" e o porquê da mudança? Equacionar uma descentralização de meios de forma a assumir no terreno opções culturais adequadas aos públicos e aos criadores locais não é a mesma coisa que transferir um organismo para o meio do país e depois, quando é necessário uma simples assinatura, obrigar a deslocarem-se ali todos os que dali irão depender. Isto não é descentralização, isto é obra de fachada.
É tão diferente esta política da política cultural prosseguida pelo PS. Com o Partido Socialista a Cultura ou a Educação faziam parte do nosso ideário político. A nossa visão não era meramente burocrática, tinha um sentido político de apoio à criação e à divulgação. Alguém se lembra da importância que teve para a fotografia portuguesa a criação do Centro Português de Fotografia? E que dizer dos cortes orçamentais no apoio à criação? Dou como positiva a criação do Ministério do Turismo, espero que articulado com outros Ministérios, de entre os quais o da Educação e o da Cultura. Espero que a nova ministra saiba também motivar os empresários face à pouco sedutora lei do mecenato e espero também que não seja esquecida a articulação do património arqueológico com o urbanismo e as universidades. Há uma imensa quantidade de coisas por fazer, e eu espero, espero?, mas tenho poucas esperanças com o pouco que já vi, pouco, desarticulado e sem uma ideia estruturante. O país agradecerá a quem se preocupar com ele, aqui neste Fórum não deixaremos que o governo esqueça estas questões. Até breve!
António Lopes
7/27/2004 02:00:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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