Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
quinta-feira, novembro 18, 2004
 
Castelo de São Jorge

[199/2004]
O Castelo de São Jorge

As mais recentes estatísticas publicadas pelo INE referentes aos dados da cultura do ano 2003, demonstram que os Monumentos Musealizados são, de entre os vários tipos de museus, os que registam maior afluência de público, com 27% das entradas.
Considerando que uma significativa parte dos nossos monumentos são de visita gratuita e sem qualquer outro tipo de controle de entradas, constatamos que esta percentagem pode subir facilmente, e na realidade são os monumentos que atraem o público, quer pela beleza das construções, edificação e também a localização, quer pelo seu significado histórico.
Esta breve introdução vem a propósito da criação de entradas pagas no Castelo de S. Jorge, que tem suscitado várias reacções, umas mais pitorescas do que outras. O Castelo de S. Jorge tem um significado especial no imaginário dos Portugueses, mas que não justifica tanto alvoroço. De maior importância histórica, no Castelo de Guimarães paga-se entrada e temos de nos cingir aos horários desfasados das "horas de expediente" praticados, o quer dizer que se quiser visitar o Castelo nas horas de almoço, não é possível, porque fecha para as visitas. Bem conservado, com um circuito museológico interessante, com guias e uma pequena loja do museu, merece largamente o valor da entrada
O Castelo de S. Jorge tem uma longa história, e muito recheada de vicissitudes. Construído pelos mouros, conquistado por D. Afonso Henriques em 1147, que fez dele o seu Paço, de D. Dinis a D. Manuel I, foi Paço Real. D. Manuel manda construir o Paço da Ribeira, e o Castelo de S. Jorge começa a decair, entrando em ruína. È o Terramoto de 1755 que faz cair a última torre, a torre Albarrã, e a partir daí, acelera-se a degradação das ruínas, a que se acrescentam as novas edificações do quartel da cidade, descaracterizando o espaço e contribuindo para a ruína do que restava. Aí se localizava também o Presídio Militar, de onde saíram os presos que calcetaram o famoso pavimento às ondas do Rossio, felizmente muito bem recuperado no mandato autárquico anterior. O Castelo, tal como o conhecemos hoje, é obra da acção da Direcção Geral dos Monumentos Nacionais, que partia mais das convicções do ?como deveria ser?, do que de uma pesquisa histórica e arqueológica séria, e a sua ?recuperação? constituiu momento alto das cerimónias do Duplo Centenário, em 1940.
Toda esta memória histórica pode ser recuperada numa visita, a qual não me choca que seja paga. Chocava-me sim, se não houvesse condições, que o monumento estivesse em ruínas, mal aproveitado, pouco divulgado. A revitalização do Castelo de S. Jorge foi iniciada no mandato anterior, com excelentes obras de recuperação das estruturas, instalação de novos equipamentos, divulgação do espaço, num projecto que previa a reabilitação urbana de toda esta zona. É claro que a manutenção destas estruturas implica custos, e que a sua abertura ao público implica os gastos decorrentes da utilização. O pagamento de entradas vai também diminuir os vandalismos, fenómeno que aflige todos os que lidam com o património. Intriga-me, isso sim, a isenção do pagamento de entrada aos moradores de Lisboa, já que Castelo de S. Jorge é património de importância nacional, e não apenas municipal, e as condições da sua fruição devem ser iguais para todos os Portugueses. Esta diferenciação desmerece o significado do monumento, esquecendo a distinção que Lisboa tem: é a Capital do País, e os seus episódios históricos, são os episódios nacionais, os seus personagens são os personagens nacionais, e, plagiando um famoso dito francês, quando Lisboa tem dores de cabeça, todo o país sofre.
Anabela Pires
11/18/2004 01:36:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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