Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
terça-feira, março 15, 2005
 

[011/2005]
A cidade de Lisboa

Na passada sexta-feira a coluna habitual no jornal Público, de Correia de Campos, agora ministro da saúde, alude ao direito do cidadão à protecção da saúde e ao dever de (todos) em a defender e promover.
Lembra a cada cidadão o desafio de defender e promover a sua saúde e ao referir os mais jovens, valoriza a opção da escolha de hábitos saudáveis relacionados com a prática regular do desporto. Com o desporto ganham-se momentos de convívio, muitos do quais, passados ao ar livre.
Por fim despede-se da coluna por quatro anos porque, creio, acredita valer a pena, enumerando uma listagem dos grandes males da saúde, com os quais nos habituamos a lidar diariamente a nível profissional, comunitário, familiar ou anónimo.
Muitos destes problemas podem ser minorados ou prevenidos se nos dispusermos a ter um estilo de vida activo (a participação do cidadão).
A prescrição do exercício favorece a saúde em todas as idades, tomando em consideração características e especificidades individuais. Este é um dado conhecido, cientificamente comprovado e recomendado exaustivamente pela OMS, apesar de não tem sido introduzido, até ao momento, nas políticas de saúde em Portugal.
Esperamos que a esta nota do professor Correia de Campos venha a criar corpo no Sistema Nacional de Saúde e que o acesso ao exercício seja encarado pela classe médica e em particular pelos médicos de família como um meio privilegiado de defender e promover a saúde em estreita sintonia com o cidadão.
O Cidadão
Na óptica do cidadão, o problema é, antes de mais, um assunto cultural. E, porquê cultural? Sabemos que não há em Portugal grande tradição na prática desportiva. Diferentes gerações de portugueses referem não ter qualquer ligação à prática desportiva ou à actividade física na idade adulta. Falta de tempo, pouca motivação ou contenção de ordem económica justificam a não aderência ao estilo de vida activo. Apesar de tudo o investimento do país nos jovens e sobretudo no desporto escolar, tem acontecido. E, apesar de tudo parece continuar a não fazer parte do projecto de vida dos portugueses.
Situando-nos na questão cultural - Urge, em primeiro lugar, esclarecer o cidadão comum sobre os efeitos do exercício regular na prevenção primária, na reabilitação e manutenção da saúde. Esta é uma medida de educação para a saúde que cria condições de aproximação e evoca a cumplicidade do cidadão em beneficio da sua saúde. A gestão da saúde individual e familiar com este entendimento ganhará qualidade, muito provavelmente eficácia e redução de custo.
As autarquias
Para tal, estarão as autarquias suficientemente informadas para participar na promoção de estilos de vida activos e saudáveis dos seus munícipes?
Como podem participar num projecto nacional orientado para a monotorização desta ideia?
Lisboa tem uma grande concentração de equipamentos desportivos, nem todos nas melhores condições, mas que podem corresponder satisfatóriamente a uma política desportiva concertada com o associativismo e o municipio.
As políticas de saúde que incentivem a promoção de estilos de vida activos deverão proporcionar o esclarecimento e recomendar a procura dos programas de exercício junto de entidades creditadas. As entidades que vierem a protagonizar a oferta dos programas de exercício orientado (associações e clubes desportivos, clínicas privadas de saúde, clínicas de reabilitação, ginásios privados, estúdios e academias, empresas desportivas municipais e outros), devem incluir no seu funcionamento regular programas qualificados orientados por técnicos especializados. Para accionar a articulação do programa de exercício com a história clínica do praticante é necessário estabelecer uma "ponte qualificada" e apoiada pelos centros de exercício das universidades que permita prescrever e avaliar os efeitos do exercício, ajustando o programa de exercício e a medicação, sempre que se justifique.
Se, actualmente são escassos e pontuais os exemplos de sintonia entre programas de exercício e saúde; se estabelecer as ligações entre eles pode parecer uma tarefa quase impossivel, acreditamos que uma vez encontrado o modelo de funcionamento regular permitirá fluir a informação e partilhar a avaliação com o objectivo de mensurar os efeitos do exercício.
Conclusão
- Desejar "Os portugueses mais activos", deverá ser vista como uma medida prioritária de saúde e um valor acrescentado na participação de cada cidadão.
- A autarquia, pela sua proximidade ao cidadão, passará a ter um desempenho relevante e de qualidade ao proporcionar ao seu munícipe uma oferta de exercício, actividade física e desporto.
- O reconhecimento e o apoio às políticas autárquicas no incentivo à promoção de estilos de vida activos e saudáveis, levar-nos-á a criar uma rede nacional de adeptos, conscientes de que a saúde é um bem a preservar!
Teresa Ramilo
3/15/2005 12:06:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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