Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
terça-feira, maio 17, 2005
 
Tejo Lisboa
[071/2005]
Combate à solidão em Lisboa

Enquanto militante de base e mais tarde como Secretário Coordenador de uma Secção do Partido Socialista na capital, tenho tido contacto com diferentes realidades sociais vividas e sentidas pelos habitantes das áreas residenciais da nossa actuação política.
No decurso das campanhas eleitorais e através do saber directo do trabalho dos nossos autarcas locais, por vezes somos confrontados com um quotidiano que costuma permanecer oculto do conhecimento geral do público e que passa despercebido aos olhares menos atentos dos cidadãos.
Tenho sentido particular interesse pela situação de envelhecimento da população nas várias freguesias da cidade de Lisboa, pelo seu abandono e pela notória carência de uma acção concertada de solidariedade real e efectiva para com os mais carenciados da mesma.
Verifica-se hoje em dia que muitas famílias votam a um verdadeiro ostracismo os seus elementos de mais idade, que tudo perdem e apenas ganham o silêncio das suas habitações, apenas possuindo como alternativa no horizonte uma ida indesejada para um lar de idosos com o consequente internamento.
Está nas mãos do poder político e da sociedade inverter este facto que em nada nos enobrece e pouco dignifica a nossa urbe.
As pessoas de idade em Lisboa carecem de atenção e de cuidados redobrados, que ao não serem prestados em primeira mão pelos seus familiares directos, impõe a todos nós um dever social de se encontrar uma solução de auxílio, tratando-se assim de uma obrigação natural que não pode ficar esquecida.
Temos assistido nos últimos anos ao aumento da procura de estabelecimentos de recolha e abrigo de idosos, que deixam as suas casas, despovoando os seus bairros, para irem viver para um local sem história nem passado, verdadeiro mero depósito humano. E tudo isso por uma total ausência de disponibilidade de terceiros para prestarem aos cidadãos carenciados uma pequena ajuda para que possam enfrentar dignamente o seu dia-a-dia.
A necessidade de um maior incremento de acção localizada da Misericórdia de Lisboa em conjugação com organizações não governamentais e com as Juntas de Freguesia, poderá desenvolver as acções de apoio domiciliário a quem dele padece, possibilitando às pessoas que beneficiem de tal actuação manterem uma ligação efectiva e material à sua casa, às suas recordações e ao seu espaço natural.
A possibilidade de recrutamento de jovens em regime de voluntariado para a realização de pequenas tarefas que possam dirimir as dificuldades de quem já não consegue dominar o mundo circundante, representa, certamente, uma mais valia para o enriquecimento do conhecimento intergeracional e será revelador de uma preciosa acção de cariz social por parte daqueles que iniciam as suas vidas profissionais e adultas em prol do bem estar de quem necessita.
De igual forma, o recurso a recém licenciados, com competência especializada, para a prestação no domicílio de apoio psicológico e de incentivo moral a quem está sozinho, pode simbolizar uma alternativa ao internamento em lares, por uma mera questão de solidão.
Tal trabalho poderá ser orientado e gerido localmente pelas Juntas de Freguesia, que graças ao seu conhecimento directo das dificuldades dos seus fregueses estarão habilitadas a encontrar as melhores formas de gestão de tais actividades.
Deve ser um objectivo do Partido Socialista a defesa dos cidadãos excluídos e abandonados e que ao quererem permanecer nas suas residências, devem ter condições de apoio social para o fazer, na ausência das famílias, conservando, assim, a cidade as suas várias gerações que através da sua experiência acumulada a valorizam e são reveladoras da possibilidade real de uma vivência interligada e onde todos temos e merecemos o nosso espaço próprio.
Pedro Tenreiro Biscaia
5/17/2005 01:50:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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