Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
segunda-feira, junho 06, 2005
 
Homem Estátua Lisboa
[088/2005]
Da Lisboa Solitária à Lisboa Solidária
Os Imigrantes


Se a cidade solidária é aquela que pensa e promove a resolução dos problemas dos seus habitantes, dedicando uma atenção especial aos que se encontram em situação de maior vulnerabilidade, Lisboa Solidária terá que olhar atentamente para os seus imigrantes.
Se o fizer reparará certamente no acréscimo de riqueza que aqueles representam, desde logo ao nível do equilíbrio do seu saldo populacional e da sustentabilidade do seu sistema económico-social.
Se Lisboa se detiver um pouco e reflectir vai facilmente sentir que migrantes somos todos nós, por opção, por necessidade, por ascendência e, vai concluir que é precisamente aí que reside a sua riqueza e a sua diversidade.
Então parece ser lógico, e justo, que os (i)migrantes sejam bem recebidos e apoiados, de modo a que possam sentir como sua, esta cidade de Lisboa.
Ainda que não caiba a Lisboa e ao seu executivo, a alteração da Lei da Nacionalidade, parece-nos importante que, no que diz respeito aos actos resultantes das suas competências, não haja qualquer discriminação entre cidadãos portugueses ou estrangeiros, conforme determina aliás a Constituição da República Portuguesa.
Para além da regra da não discriminação entre portugueses e estrangeiros, parece-nos ainda importante a promoção de medidas específicas destinadas a quem, vindo de culturas muito diferentes, tenha dificuldade em entender o quadro referencial dos portugueses, nomeadamente, a realização de cursos de língua portuguesa, que vão muito para além da transmissão de conhecimentos linguísticos, rasgando horizontes a mulheres que apenas os pressentem (o desconhecimento do português, ou de qualquer língua entendível pelos portugueses, é aliás um dos argumentos utilizados por alguns homens para manterem em casa as suas mulheres e filhas mais velhas).
Afigura-se-nos, também, como importante a criação de espaços de conversa que criem dinâmicas de apoio a pessoas (frequentemente mulheres) sem tempo para si próprias e, sem espaço para vergar sob o peso de problemas que vivenciam, que não entendem e cuja resolução não está ao seu alcance. Estes espaços abertos aos lisboetas, imigrantes ou não, poderiam constituir um palco de aproximação entre culturas diferentes que partilham problemas semelhantes.
Por outro lado, entre os imigrantes encontramos com frequência indivíduos com habilitação de nível superior (Música, Direito, Física, Enfermagem, Radiologia, Biotecnologia, Análises Clínicas) a trabalhar em serviços de limpeza e no sector da construção civil. Falamos não só de imigrantes naturais dos países, ditos de Leste, mas também de naturais de países africanos.
São pessoas que poderiam autonomizar-se, se tivessem um ?pequeno empurrão?, e vir a desempenhar funções relevantes. Assim, seria pertinente investigar e sistematizar quais as habilitações dos imigrantes e apoiá-los na procura e na concessão de equivalências e de lugares adequados.
De facto, Portugal não é um país rico e não deve nem pode continuar a desperdiçar talentos.
Lisboa tem a obrigação de encontrar os seus e de os valorizar, para o bem de todos.
Maria Manuela Gonçalves
6/06/2005 01:01:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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