Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

Forum Conclusões
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Estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa
quarta-feira, junho 22, 2005
 
Lisboa - Monsanto
[097/2005]
Má gestão ou má acção

No início do passado Verão de 2004, a Câmara Municipal de Lisboa celebrou um contrato com a Região de Lisboa da Associação dos Escoteiros de Portugal, para que esta disponibilizasse os seus jovens associados para colaborarem numa iniciativa denominada Quinzenas do Monsanto (entre 15/07/04 e 12/09/04), que mais não seriam do que acções continuadas de prevenção, vigilância e fiscalização na Mata do Monsanto.
Ideia meritória porque prática e pedagógica.
O conhecimento desta iniciativa suscitou muita curiosidade e interesse entre os escoteiros, pois para além do espírito ecológico e de serviço que motivou de imediato muitas inscrições, acrescia o facto de tal participação ser paga ? 200,00 por quinzena.
Temos de reconhecer que para um jovem adolescente, poder fazer um trabalho de serviço à comunidade em tempo de férias na companhia de outros da mesma idade e ainda ser pago por isso, é deveras aliciante.
Não obstante, reconhecendo a importância do programa, para além dos 80 jovens inscritos, a Região de Lisboa da Associação dos Escoteiros de Portugal disponibilizou mais 30 voluntários que apresentaram a mesma vontade e espírito de serviço dos demais.
Para efeitos de cumprirem a sua missão, estes jovens escoteiros receberam uma formação prévia, acabando por ser divididos em turnos quinzenais, os quais foram cumpridos em estreita colaboração com a CML e a Polícia Florestal, com méritos aliás reconhecidos por estas duas entidades.
Todavia, a comparticipação financeira devida pelo serviço prestado à comunidade, ainda não foi paga pela Câmara Municipal de Lisboa (recorde-se que se reporta a uma iniciativa que decorreu no Verão de 2004), nem existem promessas de datas, nem compromisso de pagamento sequer, limitando-se os serviços municipais a não responder aos ofícios e inúmeros telefonemas de interpelação.
Se já seria de considerar grave o não pagamento à Associação dos Escoteiros de Portugal, mais grave e lamentável se torna quando o pagamento tinha como destinatários directos os jovens escoteiros, conforme o contrato proposto pela CML.
Nem estamos a falar de uma fortuna, nem da necessidade de contenção ou da crise, pois o valor global é ridículo para a CML (16.800,00 Euros), o que deve constituir uma percentagem ínfima do seu orçamento, por exemplo, de marketing promocional, sendo certo que continuam a aparecer continuamente cartazes publicitando a actividade da Câmara Municipal de Lisboa.
Estamos a denunciar, isso sim, uma postura moral, ética e legalmente incorrecta por parte da Câmara Municipal de Lisboa.
Efectivamente, a CML representa para estes escoteiros e suas famílias uma forma de administração do Estado, pelo que este incumprimento e a conduta política dos seus agentes, transmite uma imagem pedagogicamente incorrecta e censurável.
Aliás, como poderão os dirigentes escotistas formar o cidadão de amanhã em princípios e disciplina, incentivando o espírito da boa acção diária, se o serviço público demonstra esta postura pouco dignificante? - Não será desmotivante?
Em consequência, não podemos aceitar quaisquer palavras bem intencionadas do Dr. Santana Lopes, nem do Eng. Carmona Rodrigues, designadamente sobre moralização da política e formação cívica das gerações futuras, pois o (mau) exemplo vem de cima.
Pelo exposto, temos de nos interrogar se existe MÁ GESTÃO de dinheiros públicos por parte da CML, pois os valores em falta estavam devidamente cabimentados, ou pelo contrário, se existe apenas uma MÁ ACÇÃO do Sr. Presidente da Câmara.
Seja qual for a resposta, nenhuma delas abona a favor do actual Presidente da autarquia e candidato do PSD nas próximas eleições ao mesmo lugar.
Nuno Pintão
6/22/2005 01:04:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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