Forum Cidade

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Partido Socialista
António Costa

Definição e Objectivos
Empenhada na promoção da participação dos seus militantes e dos cidadãos em geral na vida e no futuro da cidade de Lisboa, a Comissão Política Concelhia de Lisboa (CPCL) do Partido Socialista decidiu criar e institucionalizar de forma permanente um espaço de debate político e social: o Forum Cidade. Contribuir para a construção, em termos programáticos, de uma alternativa de governo para a cidade de Lisboa e alargar a base de participação dos cidadãos na reflexão sobre a gestão da cidade, propondo iniciativas a desenvolver pelos autarcas socialistas numa lógica territorial adequada ao tecido social e urbano em análise são os dois grandes objectivos que o Forum Cidade se propõe prosseguir. O Forum Cidade será uma estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, que deverá envolver militantes do PS e cidadãos independentes no compromisso de reflectir conjuntamente sobre as potencialidades e os problemas de Lisboa, tendo em vista a procura e a formulação de propostas que visem o desenvolvimento sustentável da cidade, a busca de soluções para questões inadiáveis ou até a tomada de posição em matérias que considere relevantes.
Forum Conclusões Conclusões dos grupos de trabalho do Forum Cidade apresentadas em Lisboa no dia 2005/05/03:
(documentos em pdf)

Conclusões (694 KB)
Qualidade Vida/Ambiente (296 KB)
Escola e Comunidade (177 KB)
Política Urbana (234 KB)
Desporto (241 KB)
Espaço Público (152 KB)
Segurança Rodoviária (258 KB)
Modelo Económico (480 KB)

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sexta-feira, setembro 30, 2005
 
Campo de Ourique
[120/2005]
Votar em Campo de Ourique

Em Campo de Ourique, como em todo o PS, a nossa solução é clara:

Apostamos no futuro.

Umas vezes usando a experiência dos mais experientes, outras avançando com a geração que está aí, preparando o que se segue com o melhor de todos, dos experientes e dos inovadores, em vivências geracionais que fazem as "coisas andar".
No Partido Socialista aposta-se e acredita-se que esta será a mescla do motor do futuro.

Estamos em Campanha.

Estamos na rua para explicar que há esperança em Portugal.
Contamos com o vosso apoio pois só com Juntas de Freguesia fortes e determinadas conseguiremos obter eco dos fregueses na defesa os seus interesses na Assembleia Municipal de Lisboa.

Para que a nossa voz não se perca, apostamos numa coerência de poder que passa por ter na Câmara de Lisboa e na Assembleia Municipal, o sentir dos cidadãos de Campo de Ourique.

Conte connosco nos Prazeres, em Santa Isabel e em Santo Condestável.

Verá que se não arrepende.
BFCD
PS: Também publicado no Blog Forum Campo de Ourique
9/30/2005 05:00:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quinta-feira, setembro 29, 2005
 



...[119/2005]
...Palavras para quê?
9/29/2005 02:14:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (1)




 
[118/2005]
Manuel Maria Carrilho volta a falar em corrupção na Câmara Municipal de Lisboa

A corrupção na CML voltou, a passar no discurso do candidato do PS. Carrilho deu um exemplo de um condomínio na Lapa encostado ao Aqueduto das Águas Livres, que prometeu embargar caso ganhe as eleições de 9 de Outubro. Segundo o candidato socialista, a cidade está "entregue a interesses duvidosos" que têm causado a "degradação" do seu património.
A candidatura de Manuel Maria Carrilho à Câmara Municipal de Lisboa (CML) voltou ontem a falar em corrupção. Depois de ter acusado Carmona Rodrigues de ter estado no "limiar da corrupção" ao negociar lugares com o PND e o PPM e de ser ter comprometido a "acabar com a corrupção e a burocracia" na autarquia, ontem foi a vez de apontar um caso concreto num licenciamento de construção.
O candidato socialista referiu-se ao condomínio Lapa/Infante Santo, construído junto ao Aqueduto das Águas Livres, na freguesia dos Prazeres. Segundo disse, o empreendimento "é um exemplo de ilegalidades e até mesmo de corrupção". A Assembleia Municipal de Lisboa recomendou a paragem da obras do condomíno mas estas prosseguiram à mesma, segundo noticiou o Expresso no sábado passado. Isso tem sido contestado por um grupo de moradores da zona, que já pediram aos tribunais que parassem a obra.
No âmbito da visita de Manuel Maria Carrilho à área onde o condomínio está a ser construído, um desses moradores, João Sacadura, afirmou: "Se foi declarado que existe 25 por cento de área a mais para a construção então esta de certeza fora do Plano Director Municipal. Não podemos aceitar que esteja a ser construído um prédio junto ao muro do Aqueduto das Águas Livres, que é monumento nacional."
O candidato do PS à Câmara Municipal de Lisboa aproveitou a ocasião para prometer o embargo da obra e "a reposição da situação anterior" - caso, evidentemente, vença das eleições. Afirmou, além do mais, que "a cidade está entregue a interesses privados duvidosos", sendo que, por essa razão, se tem "assistido à degradação da qualidade de vida e do património da cidade".
A proposta que Carrilho apresentou para o combate à corrupção na autarquia consiste na possibilidade de, a cada momento, se irem monitorizando os processos à medida que vão avançando, de modo a evitar o esquema que passa por complicar as situações "para depois negociar".
João Pedro Henriques
in Público)29/09/2005
9/29/2005 11:38:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



terça-feira, setembro 27, 2005
 
Santa Catarina[117/2005]
Presenças na Internet

Mais dois Blogs e um WebSite de candidaturas do PS às Assembleias de Freguesia:

Freguesia de Santa Catarina

Freguesia de Santos-o-Velho

Freguesia de São José

Os links ficam disponíveis a partir da coluna da esquerda no grupo:
Outros WebSites e Blogs para Mudar Lisboa.
Alarga-se a Rede Virtual para Mudar Lisboa.
Bom trabalho e bom sucesso.
LNT
9/27/2005 08:43:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
9/27/2005 02:18:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (1)



segunda-feira, setembro 26, 2005
 
Desporto
[115/2005]
Lisboa não precisa de medidas difíceis

Manuel Maria Carrilho desvaloriza a decisão do primeiro-ministro de se envolver ao mínimo na campanha para as autárquicas. Na opinião do candidato socialista a Lisboa, "José Sócrates tem estado muito presente" nas acções eleitorais na capital, existindo "sintonia completa" entre ambos. Carrilho diz que o afastamento do secretário-geral do PS - que já não regressa a Lisboa e ao Porto não é uma forma de "blindagem" contra possíveis resultados negativos nas eleições e que se deve a uma "agenda muito pesada". O candidato recorda a presença de Sócrates na pré-campanha e garante ter a confiança do líder: "Tenho o apoio total dele e ele o meu".
Quanto a possíveis "punições" nas urnas devido às medidas governamentais, o filósofo está descansado. "Há que ser responsável quando o país exige medidas difíceis", justifica Carrilho, salientando que Sócrates "está a fazer um trabalho muito importante". Nas sua palavras, "Portugal está a retomar um rumo".
Ideias. Esta tarde, na sede de campanha, o socialista vai apresentar o seu programa eleitoral. O documento tem como ideia-chave "Lisboa, capital criativa" e será seguido de uma conferência do especialista francês na área do urbanismo, François Ascher.
Segundo Carrilho, o programa - "o mais participado de todos, por isso só agora apresentado" - defende uma cidade "que crie empresas, emprego, que produza e projecte o país". Retomando a ideia defendida por Sócrates de Lisboa (e Porto) como "charneira" do desenvolvimento nacional, o socialista garante com este documento "assumir um desígnio de capitalidade que puxe pelo país".
Salientando que "Lisboa não precisa de medidas difíceis, mas de medidas realistas", Carrilho é a favor da criação de uma central de compras camarária - que "permite poupar 25%" - e critica os gastos em propaganda: "Ultrapassam os oito milhões de euros".
Ontem, o socialista almoçou com membros de várias associações culturais e desportivas da capital. Carrilho assegurou o regresso dos "Jogos de Lisboa" em 2006 para estimular "uma competitividade saudável entre bairros" e defendeu (sem adiantar muito) um grande programa de apoio à cultura popular. Mais tarde, já com a mulher. Bárbara Guimarães, assistiu à procissão de Nossa Senhora da Luz, em Carnide. À noite, estava agendada a presença numa festa popular no bairro Belaflor.
Emanuel Graça
in Diário de Notícias)26/09/2005
9/26/2005 02:21:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sábado, setembro 24, 2005
 
Campanha Lisboa
[114/2005]
Freguesias de Lisboa

Com a campanha para as autarquias a ter início na próxima terça-feira, multiplicam-se as acções de rua que, em termos de utilização das tecnologias da comunicação, da informação e do conhecimento, continuam a ser manifestamente insuficientes.
O Partido Socialista disponibiliza alguns meios mas, tal como as outras forças politicas, centram-nos nas candidaturas para a presidência da Câmara Municipal.
As campanhas para as Assembleias de Freguesia, os órgãos políticos mais próximos dos cidadãos, continuam resistentes à inovação o que é tanto mais incompreensível, quanto se sabe ser um meio fácil, barato e ecológico de interacção com os eleitores.
Agora que a Comissão Nacional de Protecção de Dados já fez o alerta para a ilegalidade de determinados aproveitamentos tecnológicos (nomeadamente o SPAM por eMail e SMS), reforça-se a teoria de que o contacto correcto se deverá processar com o recurso à Internet (WebSites e Blogs).
Ao desafio lançado pelo Tugir em português para publicação de textos só responderam, até agora, dois concorrentes a Freguesias de Lisboa, (as campanhas de São Domingos de Benfica e de Santo Condestável, curiosamente campanhas do PS) o que demonstra a insensibilidade para a importância crescente desta forma de comunicar.
Sabendo que o concurso a muitas das Freguesias de Lisboa é encabeçado por gerações mais novas, maior é a perplexidade.
Se um WebSite exige alguma complexidade na construção, um Blog de Campanha não apresenta quaisquer custos, nem dificuldades. É verdade que pode ser um pau de dois-bicos (veja-se a forma como terminou este diálogo em comentários) mas será sempre um instrumento de cidadania na mobilização e esclarecimento.
Luís Novaes Tito

Nota 01: Por desconhecimento não indiquei no texto que a Freguesia de Santa Catarina tem igualmente um Blog que pode ser consultado em http://santacatarinalisboa.blogspot.com.

Nota 02: É indesculpável não ter referido no texto o Blog do Forum de Campo de Ourique que tem vindo há largos meses a promover as Juntas de Freguesia da sua área. Pode (e deve) ser consultado em
http://forumcampodeourique.blogspot.com.

Nota 03: Lamento especial por não ver a minha Freguesia de Carnide nestas lides virtuais.

Nota 04: Post igualmente publicado no
Blog Tugir em português.
9/24/2005 04:35:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, setembro 23, 2005
 
[113/2005]
Carrilho quer museu junto ao rio

O candidato socialista à Câmara de Lisboa, Manuel Maria Carrilho, prometeu ontem retirar o Museu de Arte Contemporânea da cave do Centro Cultural de Belém e criar um espaço independente junto ao rio Tejo. Durante um almoço com a Câmara do Comércio Luso-Alemã, Carrilho alertou ainda para os cerca de oito milhões de euros gastos em propaganda pela Câmara de Lisboa.

Em alusão ao Dia Europeu Sem Carros, o candidato socialista destacou na apresentação do seu programa, membros da Câmara do Comércio Luso-Alemã, a criação de estacionamentos e a necessidade de desincentivar o uso do carro, com o melhoramento dos transportes públicos. E considerou mesmo: "O presidente da Câmara deve dar o exemplo e andar de transportes públicos".
Carrilho anunciou ainda a sua intenção de recuperar o Terreiro do Paço, mantendo a sua "função administrativa".
Ana Patricia Dias
in Correio da Manhã)23/09/2005
9/23/2005 12:37:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (1)



quinta-feira, setembro 22, 2005
 
[112/2005]
A opção dos Lisboetas

Tomo hoje por tema as eleições autárquicas, dirigindo-me em especial aos portugueses que votam em Lisboa não porque considere que os demais combates democráticos não são igualmente dignos e, sobretudo, potencialmente importantes para cidadãos ávidos de uma representação à altura das aspirações que julgam legítimas para as suas terras de origem ou adopção. Mas porque a disputa da capital integra em si muito de demonstrativo do que de pior tem vindo a marcar o Portugal recente, ajudando à desorientação de caminhos em que nos fomos enredando e à confusão generalizada que por cá impera.

Temos, de um lado, um candidato que esteve em permanência no poder ao longo dos últimos quatro anos, transitando de n.º2 da Câmara para o Governo e deste para Presidente daquela, voltando depois a nela ser Vice para agora acabar de novo como n.º 1. Sempre sob a protecção de um "amigo" que o lançava, indicava e comandava numa cadeia "marionetada" de processos de que o dito protagonista ia obtendo alguma notoriedade derivada. Até que o chefe cai em desgraça, primeiro no País e depois no Partido, abrindo espaço à revelação do súbdito em toda a sua dimensão: abandona o "amigo", distancia-se do que não o favorece, rejeita todos os companheiros de vereação. Assim finalmente assumido, o homem vai - agora sim - "dar a cara por Lisboa", "arregaçar as mangas" e mostrar que só os engenheiros sabem de contas. E pode? Se a SIC continuar a ajudar e se os lisboetas levarem mais às urnas a sua insatisfação com o autismo politiqueiro face ao momento nacional do que uma repulsa pela menoridade de certos agentes, quem sabe!

Temos, do outro lado, um candidato que - sendo polémico - fez muito do trajecto que tantos afirmam desejável e merecedor de apreço: uma declaração de vontade pessoal e autónoma, uma resistência a práticas e interesses instalados no seu próprio partido, uma preparação competentemente participada nas principais áreas de actuação municipal, uma equipa equilibrada no sentido da abertura à sociedade e da renovação da política, uma aproximação crescente ao terreno e aos problemas concretos. Não, não estou a defender que Carrilho fez tudo certo, que as suas propostas sejam a via para o paraíso ou que não existam características e factos que o possam fragilizar. Apenas não confundo "a árvore com a floresta", embarcando em moralismos, invejas ou vendetas que as mais das vezes encobrem variados vidos privados, o pior da sociedade mediática ou o poder efémero da mediocridade. Outros momentos já ilustraram a inteligência com que os portugueses decidem que a vida pessoal não releva, que o apelo ao escândalo não passa e que as querelas partidárias têm ânimos insondáveis de análise. Se os lisboetas optarem por Carrilho será certamente por se fixarem em algo - carreira intelectual, reconhecimento internacional, obra governativa, experiência democrática, coragem política, diferenciação de propostas -, sabendo-o naturalmente, e enquanto ambos assim o quiserem, com Bárbara Guimarães a seu lado.
Fernando Freire de Sousa
in Diário Económico)22/09/2005
9/22/2005 12:11:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quarta-feira, setembro 21, 2005
 
[111/2005]
Mudar Lisboa, Propostas muito concretas

O Professor Manuel Maria Carrilho e a sua equipa estabeleceram um compromisso com Lisboa e os Lisboetas para ser executado após a sua eleição como Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Este compromisso consubstancia-se nas seguintes medidas:

- Dificultar a vida ao automóvel em detrimento do transporte público;
- Valorização das crianças e reabilitação das escolas;
- Apoio aos idosos e combate à exclusão social;
- Táxi Social para os idosos que tenham dificuldades de deslocação;
- Policiamento de bairro e vídeo-vigilância das zonas críticas;
- Requalificar o eixo Areeiro, Almirante Reis e Martim Moniz.

Até ao momento Manuel Maria Carrilho é o único candidato que assumiu compromissos muito concretos, ao contrário dos restantes adversários.
Comente!
9/21/2005 01:53:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, setembro 09, 2005
 
INEM
[110/2005]
Uma Lisboa mais Segura!

A opção que se apresenta perante os lisboetas é clara: Há uma escolha a fazer - Continuidade ou mudança! Passado ou futuro! Resignação ou esperança!
Se entendem que, nos últimos 4 anos, Lisboa melhorou no trânsito, no estacionamento, na segurança, na higiene, nos espaços verdes, devem optar pela continuidade e pelo voto no PSD e em Carmona Rodrigues.
Se, ao contrário, entendem que a cidade não melhorou devem optar por Mudar Lisboa. E Lisboa só muda através do voto no PS e em Manuel Maria Carrilho.
Só existem, verdadeiramente, duas escolhas para liderar Lisboa: Ou o PS ou o PSD.
Apresentamo-nos aos lisboetas com propostas claras. Propostas de rigor e exigência. Mas também de trabalho, de vontade, energia e ambição para mudar Lisboa. Apresentamo-nos aos lisboetas com um líder que faz aquilo que diz - como já demonstrou no Ministério da Cultura. Que concretiza. Não prometemos milagres mas temos a certeza que é possível fazer melhor.
Também no domínio da segurança a opção é clara: Quem acha que Lisboa está mais segura, que pode continuar sem o número adequado de bombeiros e de polícias, sem as esquadras necessárias, sem um quartel na Alta de Lisboa, sem um adequado planeamento, deve optar pela continuidade. Se também aqui os lisboetas acreditarem que é possível mudar para melhor devem apostar no PS ? pois, para nós, este tema está na primeira linha da construção de uma alternativa política para mudar Lisboa.
A perspectiva que defendemos é a de que, a par do reforço substancial do trabalho social integrado, a Câmara pode contribuir para prevenir a criminalidade e deve apostar decisivamente numa política de protecção e socorro.

Em 1.º lugar, importará envolver todas as entidades, públicas e privadas, no objectivo permanente de criar uma Lisboa mais segura, em todas as vertentes. Nesta linha de rumo, iremos:
a) Dinamizar o Conselho Municipal de Segurança;
b) Criar os Conselhos Distritais de Segurança (ao nível dos "Distritos Urbanos");
c) Criar as Unidades Locais de Segurança (em cada Freguesia); e,
d) Definiremos com cada um destes órgãos os objectivos a atingir através da assinatura de Contratos para uma Lisboa mais Segura.
Com Manuel Maria Carrilho nós assumimos objectivos e vamos concretizá-los. Ele sempre deu a cara. Não descobriu agora que tem de o fazer!

A utilização dos mais modernos meios tecnológicos de videovigilância é, nos nossos dias, um instrumento essencial a uma cultura de segurança moderna e eficaz. Do mesmo modo, o policiamento de proximidade é um outro grande pilar da aposta que tem de ser feita para tornar Lisboa mais segura. Dai que, para mudar Lisboa, vamos:
a) Implementar, em articulação com as forças e serviços de segurança e o Governo, a vídeo vigilância em zonas críticas;
b) Reorientar a acção operacional da Policia Municipal de modo a afectar a sua acção ao reforço do policiamento de proximidade nomeadamente, em articulação com a PSP, no que diz respeito aos Programas Idosos em Segurança, Escola Segura e Comércio Seguro;
c) Concretizar a construção de esquadras de proximidade a afectar à PSP ou à Policia Municipal nos seguintes locais: Rua das Açucenas (Ajuda), Rua Alfredo Bensaúde (Olivais), Ameixoeira, Bairro da Quinta da Bela Flor (Campolide) e Alto do Lumiar;
d) Criar mecanismos de integração dos idosos no apoio ao Programa Escola Segura (como por exemplo no auxílio ao atravessamento de passadeiras);
e) Melhorar a iluminação da cidade.

Nas áreas de intervenção do Regimento de Sapadores de Bombeiros e da Protecção Civil concretizaremos:
a) O lançamento de um novo quartel de bombeiros no Alto do Lumiar;
b) A dinamização de equipas especializadas em áreas como espeleologia, matérias perigosas, intervenção em espaços confinados, unidade cinotécnica, salvamentos em grandes edifícios e equipa de mergulho;
c) A reformulação, faseada, do parque de viaturas de socorro nomeadamente em termos de viaturas para apoio em grandes sinistros e para intervenção em zonas históricas;
d) Um incremento da organização das Brigadas de Apoio Local;
e) Um desenvolvimento da profissionalização dos mecanismos locais de protecção e socorro;
f) Um intensificar da consolidação da prevenção e análise de riscos e da elaboração de planos de emergência internos das diferentes instituições públicas e privadas que operam em Lisboa.

Ainda neste domínio, da protecção e socorro, estabeleceremos, com as Associações de Bombeiros Voluntários, entidades essenciais ao sistema de saúde dos lisboetas e ao reforço dos mecanismos de emergência e socorro, protocolos de cooperação de modo a apoiar a sua actividade corrente e, entre outros aspectos, a conferir aos voluntários:
a) Maior formação e operacionalidade;
b) Uma participação essencial na instituição de uma Unidade Municipal de Coordenação de Apoio Médico - de modo a conferir maior eficácia à prestação de serviços de apoio na área da saúde; e,
c) Melhores condições de operacionalidade nos seus quartéis.

Por último, em relação ao Governo procuraremos, numa lógica de parceria, ao mesmo tempo cooperante, reivindicativa e actuante, articular:
a) O recrutamento de mais bombeiros com vista a completar, faseadamente, o Quadro do Regimento de Sapadores;
b) A criação de um corpo próprio da Polícia Municipal com o objectivo de colmatar, faseadamente, as suas carências de efectivos e redefinir as suas missões e estatuto;
c) A celebração com o Ministério da Administração Interna de um Protocolo de Cooperação que permita dotar as forças policiais da cidade de mais e melhores meios e condições;
d) A construção de uma Divisão da PSP no Alto do Lumiar.

Estes 4 anos foram maus de mais! E de uma grande instabilidade e incompetência. É tempo de dizer: Chega de incompetência, chega de instabilidade! Nós temos objectivos, temos propostas, temos um líder determinado que já demonstrou que faz aquilo que diz. Ninguém pode hesitar. É tempo de mudar Lisboa. É tempo de partir para esta campanha com confiança, com optimismo, com energia e entusiasmo. Nós queremos e vamos mudar Lisboa!
Rui Paulo Figueiredo
Candidato a Vereador
9/09/2005 11:22:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quinta-feira, setembro 08, 2005
 
[109/2005]
Carrilho promete dinamizar a Baixa lisboeta

As palavras de Manuel Maria Carrilho foram proferidas após ter estado reunido com a direcção da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, encontro que demorou cerca de uma hora. "A reunião foi muito produtiva, tanto sobre o diagnóstico como sobre as ideias para a baixa de Lisboa. O diagnóstico, esse, foi claro: nos últimos quatro anos não se fez nada e é visível a degradação e o desleixo desta zona da cidade", declarou o candidato socialista. Se vencer as eleições autárquicas, o ex-ministro da Cultura promete tomar nos primeiros seis meses do seu mandato, "medidas concretas para que a baixa pombalina volte a ser a marca da cidade". "Vamos apostar de novo no papel da Agência para a Baixa de Lisboa e na redinamização do povoamento, designadamente através da construção de uma residência universitária", apontou Carrilho. O candidato disse, ainda, que a sua equipa tomará medidas para redinamizar o comércio na baixa, mantendo nesta zona os serviços administrativos do Estado. "Felizmente, o Governo liderado por José Sócrates não pretende retirar ministérios da baixa", declarou, numa critica aos projectos do anterior Governo PSD/CDS-PP de Pedro Santana Lopes. O presidente da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, José Quadros, afirmou que os diagnósticos sobre a situação desta zona da cidade "estão feitos e existem já soluções muito concretas". "A baixa só pode voltar a ser o que era no passado com medidas de povoamento, tarefa que se encontra adiada há mais de dez anos", lamentou o responsável associativo.
in Notícias da Manhã)08/09/2005
9/08/2005 10:52:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quarta-feira, setembro 07, 2005
 
[108/2005]
Santana despede-se da Assembleia Municipal

O líder da Concelhia do PS de Lisboa, Miguel Coelho, elogiou "o grande estofo político e gosto pelo contraditório".
No entanto, afirmou que "Lisboa não andou para a frente. Santana Lopes pode ter sido um presidente feliz, mas Lisboa não ficou mais feliz".
Para os socialistas, o verdadeiro balanço do actual mandato surge no programa do ainda vice-presidente da Câmara e candidato apoiado pelo PSD, Carmona Rodrigues.
"É das críticas mais cerradas. É o reconhecimento do fracasso e do incumprimento das promessas", sublinhou.
in RTP Online)07/09/2005
9/07/2005 02:38:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



terça-feira, setembro 06, 2005
 
Droga Intendente
[107/2005]
Carrilho promete tirar a droga do bairro do Intendente

O candidato do PS à Câmara Municipal de Lisboa visitou ontem o bairro do Intendente, visita no final da qual prometeu que "vão sair daqui" os drogados, o que passará, no seu entender, por voltar a pôr a funcionar "salas de injecção assistida" (vulgo salas de chuto), sendo a primeira - embora móvel - ali colocada.
Manuel Maria Carrilho organizou a visita a este bairro - para onde se transferiu grande parte do comércio de droga que antes se fazia no Casal Ventoso - precisamente para ter um pretexto para expor o seu programa de combate à toxicodependência na cidade, fazendo-se acompanhar de Elza Pais, ex-presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência.
O programa inclui, além das salas de chuto, a reconstrução das equipas de rua e programas de metadona (terapia substitutiva da heroína) e de trocas de seringas.
Como não podia deixar de ser, Manuel Maria Carrilho não desperdiçou a ocasião para voltar a zurzir na actual gestão camarária, acusando-a de ter feito, nos últimos quatros anos, "um verdadeiro embargo" aos programas de combate à toxicodependência que já estavam em curso, nomeadamente no Casal Ventoso. "Uma catástrofe", disse o candidato socialista.
As opções do candidato do PS para a reabilitação do Intendente não se ficam, porém, pelo tratamento dos toxicodependentes. Carrilho diz que este é um dos bairros onde pretende instalar sistemas de vídeovigilância - uma das suas principais promessas de campanha -, bem como reforçar o policiamento, assumindo a segurança como uma "causa fundamental" da sua candidatura. Promete, enfim, retirar ao Intendente a característica de "gueto" (a expressão é sua) para voltar a ser uma "zona nobre" da cidade.
A tal "requalificação" passará ainda, segundo o programa que ontem apresentou, por ali construir uma residência universitária, além de uma "Casa do Mundo" para "acolhimento de imigrantes", forma de "apoiar o multiculturalismo, incentivando actividades que visem a divulgação de formas de expressão artística oriundas de todo o mundo".
O "multiculturalismo" é, de facto, uma marca do bairro, inserido numa freguesia - o Socorro - onde as chamadas minorias étnicas não só não são minoritárias como até, muito pelo contrário, são amplamente maioritárias: sete em cada dez habitantes da freguesia são de origem estrangeira.
Carrilho atravessou a zona principal do Intendente a uma hora - entre as 11h e o meio-dia - em que a sua "utilidade" como supermercado de drogas está longe do pico. No entanto, pôde verificar, aqui e ali, que este é - como o foi o Casal Ventoso - um bairro de fim da linha para muitos toxicodependentes, muitos dos quais verdadeiras bombas humanas em termos de saúde pública.
Entre a indiferença de uns, os desabafos habituais de outros ("só cá vêem quando querem poleiro!", etc.) e algumas conversas com moradores e comerciantes da zona - muitos dos quais sem direito a voto, por serem estrangeiros -, pode confirmar, in loco, que no coração da cidade sobrevive em crescente miséria um dos seus bairros mais degradados.
in Público)06/09/2005
9/06/2005 11:49:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



segunda-feira, setembro 05, 2005
 
Parque das Nações
[106/2005]
Carrilho apela ao voto útil no PS

Manuel Maria Carrilho dramatizou ontem o discurso em torno das próximas autárquicas, defendendo que os votos à esquerda do PS servirão apenas para reforçar a direita e lembrou mesmo os resultados de 2001 como exemplo dos efeitos da dispersão do eleitorado de esquerda. Um apelo expresso ao voto útil lançado na convenção "Lisboa, Capital do Futuro", que marcou ontem, em Lisboa, o arranque de "uma nova fase" na campanha para as eleições de Outubro.
"Somos a única candidatura com que a esquerda pode voltar a governar Lisboa", referiu o candidato socialista, acrescentando que os votos à esquerda do PS "contribuem para reforçar o candidato da continuidade", Carmona Rodrigues. Lembrando que, em eleições autárquicas "não há coligações possíveis contra o candidato eleito", o dirigente socialista defendeu que os eleitores se devem concentrar numa única escolha: "A continuidade ou a mudança." Leia-se o actual vice-presidente da Câmara de Lisboa e o próprio Carrilho.
Em defesa da tese do voto útil, o candidato "rosa" à autarquia lembrou as eleições de Dezembro de 2001, que levaram Santana Lopes à presidência da câmara. Invocando a escassa margem de votos que deram então a vitória ao candidato social-democrata, Carrilho referiu que foi a dispersão da esquerda "que entregou o poder à direita, com todas as consequências que se viram".
Se o discurso de ontem serviu para lançar o apelo ao voto útil do eleitorado de esquerda, Carrilho fez também questão de salientar que não pretende hostilizar o PCP e o Bloco. "Não temos adversários à esquerda", sublinhou, acrescentando que a campanha socialista será "orientada para mudar Lisboa".
in Diário de Notícias)04/09/2005
9/05/2005 11:42:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, setembro 02, 2005
 
Parque das Nações
[105/2005]
Como é possível?

(O artigo de opinião da autoria de António Mega Ferreira que publicamos de seguida, foi extraído da edição de ontem da Revista Visão.
Poderá consultar a versão OnLine em visaoonline.clix.pt
)

Na generosidade dos seus 83 202 caracteres (espaços e destaques incluídos), o Programa de Candidatura de António Carmona Rodrigues à presidência da Câmara Municipal de Lisboa é um documento revelador. É-o tanto pela desmedida ambição das suas propostas, algumas das quais francamente impossíveis de levar à prática em quatro anos, quanto pela forma como evidencia o posicionamento estratégico do candidato, em relação à maioria da qual faz parte. No que se refere ao primeiro aspecto, não será por isso que desmerece: a ambição de fazer, mesmo quando de concretização problemática, não é em si uma má coisa. Já quanto ao segundo, o caso é mais grave e coloca sérias questões quanto à idoneidade do candidato.
Ali se lê, por exemplo:
"Como é possível haver falta de estacionamento para residentes e existirem parques públicos vazios durante a noite?
Como é possível haver património municipal degradado, e simultaneamente falta de residências universitárias, quando existem instituições interessadas na abertura e gestão de novas residências universitárias?
Como e possível haver bairros de alvenaria de génese ilegal com péssimas condições de habitabilidade e empresas interessadas na sua reabilitação por permuta com uma melhor utilização e ordenamento do espaço?
Como é possível existir estacionamento ilegal se existem várias entidades como a Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa, a Polícia Municipal e a EMEL, com essa função?
Como é possível que se apoiem estratégias de reabilitação urbana e se impeça a demolição de prédios em ruína (não classificados) até que o proprietário tenha condições efectivas de submeter à Câmara um projecto de licenciamento? Como é possível que a CML padeça de falta de fiscais municipais e ao mesmo tempo haja pessoal administrativo subaproveitado que pode ser reconvertido para essas funções?"
Algumas destas perguntas retóricas são dificilmente compreensíveis, até quanto ao efeito que se visa atingir (aquela dos "bairros de alvenaria", por exemplo); mas não é isso que mais importa. O que aqui interessa é o tom de inconformada indignação com que o candidato se dirige aos poderes vigentes, parecendo que está a dirigir-se aos eleitores, com os quais insiste em manter diálogo directo e personalizado. Carmona faz discurso de oposição ao que está e ao que não se fez: é a oposição de si próprio. Porque à pergunta "como é possível?", bem se pode dar desde logo uma resposta: é possível, porque a maioria municipal de que Carmona é vice-presidente, e à qual até presidiu durante alguns meses, pouco ou nada fez para os resolver, nos seus quase quatro anos de mandato.
O Programa de Candidatura de Carmona Rodrigues é um espantoso exercício de demarcação política e pessoal da equipa a que ainda pertence. E, para que-não restem dúvidas a quem lê, aí vai a afirmação programática: "Este projecto (conta) com a minha liderança, executado à minha maneira e à de uma nova equipa que eu próprio escolhi, protagonizado com atenção e com tempo."
Esta da "nova equipa que eu próprio escolhi" é uma frase assassina. Tendo sido escolhido para a equipa actual (e com que proeminência), Carmona insinua que os critérios da escolha não foram os mais adequados; por isso, reivindica para si o privilégio de escolher a sua equipa e de "protagonizar" o projecto "com atenção e com tempo" - coisa que, aparentemente, não existe na actual equipa, da qual, no entanto, continua a fazer parte. A questão faz bumerangue: se a escolha não foi a mais adequada, então também ele está em causa. Por que razão havíamos de acreditar que, numa equipa politicamente deficitária, só ele tenha sido uma boa escolha?
As responsabilidades de Carmona Rodrigues em algumas das mais controversas opções do actual executivo municipal vão sendo conhecidas, à medida que nos aproximamos das eleições. Já aqui referi, em crónica anterior, como dificilmente se compreenderia a sua desresponsabilização em casos como o do Parque Mayer ou do túnel do Marquês. Para que não restem dúvidas, o seu apadrinhamento surge agora explicitado, com definitiva veemência:
"Terminarei o Parque Mayer. Porque acredito que Lisboa precisa daquele equipamento.
Terminarei o Túnel do Marquês. Porque sei que vai melhorar o tráfego da cidade."
O candidato não argumenta, não justifica, não propõe. Como o outro, não se engana e raramente tem dúvidas. Ele "acredita", ele "sabe", ele põe e dispõe. Todo o Programa está escrito na primeira pessoa do singular. Porque Carmona Rodrigues não é um candidato de um grupo de pessoas que partilham ideias e alimentam uma esperança colectiva: ele é o candidato de si próprio, o que nunca esteve nas decisões mais desastrosas, o que nem sequer quer saber das razões dos que se lhe opuseram. A sua candidatura não é uma emanação de uma equipa de cidadãos que quer resolver os problemas da cidade: é a fezada de um político que pede aos cidadãos um cheque em branco. É este homem que quer ser presidente da Câmara de Lisboa.
António Mega Ferreira
in Revista Visão)01/09/2005
9/02/2005 10:15:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quinta-feira, setembro 01, 2005
 
Parque das Nações
[104/2005]
Lisboa, Capital do Futuro

A pouco mais de um mês das eleições autárquicas é natural que o debate sobre os problemas e o futuro da cidade se intensifiquem.
O diagnóstico está feito: Lisboa, com o PSD de Santana e Carmona andou para trás: perdeu competitividade internacional face às outras capitais e cidades equivalentes, está mais descuidada, muito desleixada, e sobretudo, muito menos solidária.
Propostas globais e coerentes para "dar a volta" a esta situação, sinceramente só as do PS/Lisboa e do seu candidato, Manuel Maria Carrilho. O enorme debate que desenvolvemos no âmbito do Fórum Cidade e deste Blog, foi muito bem aproveitado e desenvolvido nas jornadas realizadas por Carrilho durante o mês de Maio. Carrilho e o PS/Lisboa têm vindo já a apresentar publicamente soluções muito concretas e fundamentadas para a resolução de problemas e estrangulamentos da cidade. A mobilidade e o estacionamento, o urbanismo, as questões sociais, a segurança e a reorganização administrativa da cidade e da autarquia já foram objecto de propostas muito precisas e inovadoras. Em todas elas um traço comum: a preocupação em dar prioridade às pessoas, em facilitar a vida do cidadão - privilegiando as crianças e os idosos - em detrimento da "máquina" e dos interesses particulares.
Curiosamente, não se conhecem as propostas das outras candidaturas. Delas apenas se têm ouvido "palavras ocas" e os habituais "clichés" de campanhas eleitorais.
É por isso que Manuel Maria Carrilho e o PS têm vindo a ser reconhecidos cada vez mais como a única esperança para devolver à cidade de Lisboa um horizonte de progresso e modernidade, com mais solidariedade e desenvolvimento harmonioso.
No próximo sábado, às 15h, no Parque das Nações, Lisboa começará a ser a Capital do Futuro.
Miguel Coelho
Presidente do PS/Lisboa
9/01/2005 01:40:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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